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Me, Myself And I



Have you confessed?

 

Quase meia noite de uma sexta-feira 13, dia do beijo e do Hino Nacional. Que seja, porque eu não tenho o menor medo de gato preto, não beijei na boca, tão pouco cantei uma estrofe do hino.

 

Ligo o micro e começo a assistir a da turnê da Madonna - The Confessions Tour Live From London (demorei dias pra baixar o bendito). E lá vem ela... linda e loira, com seus dentes ligeiramente separados, o olhar maduro de quem sabe o que quer, toda de preto ela abre o show com performances sadô – para delírio dos fetichistas de plantão.  

 

Em seguida, solta um Like a Virgin sem a menor pretensão – ela não precisa mais dessa música pra nada – e emenda com Jump aonde seus passos foram estrategicamente calculados para nos jogar na cara todos seus músculos milimetricamente definidos.

 

Daí pra frente ela provoca: aparece pregada numa cruz, critica a violência, mostra os absurdos da guerra “em nome de DEUS” sem copiar o discurso insuportável do Sr. Bono Vox.

 

Depois disso ela humilha: em Sorry ela mostra que não veio para esse mundo a passeio. Dança, se joga, toca guitarra, troca de roupa várias vezes – no palco mesmo – “desafia” um dos seus bailarinos a fazer melhor que ela... impossível. Chupa o dedo do meio com um quê de: Agora eu sou uma Senhora Puta, meu bem!

 

Um hit fudido dos anos 70 misturado com Music começa a tocar, lá vem a bicha de novo fantasiada de John Travolta nos embalos de sábado a noite. Seus bailarinos se divertem. Também, pudera! A platéia? É... são lordes, ingleses... pudera!

 

Aí meu filho, ela descamba. Rasga-se o terno branco by Travolta, para entrar um super macacão no estilo aula de aeróbica, ao som de Erótica e La isla bonita – tudo nessa vida.

 

Quando eu acho que acabou, do nada surgem os bailarinos dançando no meio da platéia e a mini deusa aparece no meio do palco cantando Hung Up, com os cabelos devidamente bem penteados, vestindo collant e jaqueta de lurex total anos 80.  Nessa hora – involuntariamente – eu solto: Vai tomar no seu cu!

 

Tá acabando, o público canta o que ela pede, repete tudo direitinho: Time goes by so slowly, Time goes by so slowly, Time goes by so slowly... e no telão ela pergunta: Have you confessed?

 

Madonna prova – mais uma vez – que não precisa provar porra nenhuma pra ninguém.

 

Bj Adri



Escrito por Drikaninha às 01:06
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Eu gosto é de boteco!

 

Lendo a matéria “Como se jogar na balada” da revista Piauí deste mês – para saber: a matéria fala sobre a balada maaaaaais VIP e mega ultra sensacional (para alguns meros medíocres) a Pacha – cheguei a seguinte conclusão: eu não posso freqüentar a casa por que:

 

1) Meu cabelo é curto, preto e com gel.

Explico: na casa só tem loira, chapada e muita gente de franja nessa vida.

 

2) Todas as “meninas” usam shorts branco com salto muito muito muito alto.

Explico: Eu não tenho shorts, quem dirá branco. Posso ir só de salto, será?

 

3) O povo lá acha que cerveja é brega.

Explico: Ok, eu não bebo cerveja. Mas, meus amigos não são bregas. Consegue imaginar o Zé numa balada sem cerveja. Que uó!

 

4) Os caras – super mega vip’s formados na FAAP – acham que garotas que transam na primeira noite são cachorras.

Explico: É... então. Não vou explicar porra nenhuma... Vamos mudar de assunto?

 

Compra a revista, vai. Eu recomendo! Já nas bancas.

 

Música – It’s my life – Bon Jovi



Escrito por Drikaninha às 21:11
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